14.02.09

Eu te amo porque te amo,

Não precisas ser amante,

e nem sempre sabes sê-lo.

Eu te amo porque te amo.

Amor é estado de graça

e com amor não se paga.

 

Amor é dado de graça,

é semeado no vento,

na cachoeira, no eclipse.

Amor foge a dicionários

e a regulamentos vários.

 

Eu te amo porque não amo

bastante ou demais a mim.

Porque amor não se troca,

não se conjuga nem se ama.

Porque amor é amor a nada,

feliz e forte em si mesmo.

 

Amor é primo da morte,

e da morte vencedor,

por mais que o matem (e matam)

a cada instante de amor.

 

Carlos Drummond de Andrade

publicado por fre às 23:29

20.01.09

    Juntando a nova cultura, povos, gastronomia, historia, porque não estar de acordo com “Viajar pode ser uma maneira de aprender” uma descoberta interior, onde nem com a fantasia poderiamos imaginar. Eu, acredito apenas no que o meu tacto pode sentir, para mim, uma viagem podendo ouvir, sentir, olhar, cheirar, é uma maneira que me alcança de acreditar e aprender o que só assim se descobre mais o mundo que nos rodeia.

    Eu acho que apenas uma viagem me pode dar uma experiência activa de conhecimento, aprendizagem e de descoberta, é a melhor maneira de aprendermos mais sobre o mundo e nós mesmos.

 

 

publicado por fre às 17:33

31.10.08

Era paixão

de morrer,

até a razão

de te perder.

publicado por fre às 11:23

"A Pérola"

publicado por fre às 11:22

23.10.08

A Alegria

é tão antiga,

como uma fantasia

de uma rapariga.

publicado por fre às 15:01

Como é tristeza

a pouca felicidade,

é como a beleza

parece uma realidade.

publicado por fre às 15:00

Quando é amor

 o coração,

parece que não tem dor

é como uma canção.

publicado por fre às 14:57

17.04.08

Quando estou a ler um livro fujo do mundo,

 parece que estou no paraíso.

 

André Costa

publicado por fre às 15:03

Estou a ler "Que ser outro" de Ana Mria e Isabel Alçada.

publicado por fre às 14:55

03.04.08

 

 

Comentario: Um nevão em Lisboa tem efeitos imprevisíveis. Alguns alunos não conseguiram sair da escola, as gémeas ficaram presas num pavilhão e o Chico serviu-se de uma gaveta para deslizar na neve e ir salvá-las. Mas a aventura não acabou ali porque os flamingos do Tejo precisaram de ajuda e o grupo, sempre generoso, resolveu tratar do assunto. Não contavam com movimentos suspeitos e encontros desagradáveis num moinho de maré em ruínas.

publicado por fre às 14:32

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